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Banco deve indenizar por se recusar a usar nome social de empregado trans

Banco deve indenizar por se recusar a usar nome social de empregado trans A conduta de não observar o nome social informado pelo empregado ofende a dignidade e os direitos da personalidade. Com esse entendimento, a juíza Camila Costa Koerich, do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, decidiu que um banco digital deve

Por Azzolin Advogados|25 de março de 2024|Trabalhista
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Supremo volta atrás em decisão de 2022 e decide contra ‘revisão da vida toda’

Supremo volta atrás em decisão de 2022 e decide contra 'revisão da vida toda' Os aposentados não podem mais escolher entre usar ou não as contribuições previdenciárias recolhidas antes do Plano Real, de 1994, para calcular os valores de seus benefícios. Esse é o novo entendimento do Supremo Tribunal Federal, que decidiu nesta quinta-feira

Mãe de autistas tem direito a redução de jornada sem perda de salário, diz TST

Mãe de autistas tem direito a redução de jornada sem perda de salário, diz TST Ao aplicar por analogia a regra do Regime Jurídico Único dos servidores públicos federais (Lei 8.112/1990) que possibilita a redução de jornada de quem tem filho com deficiência sem a diminuição dos vencimentos, a 7ª Turma do Tribunal Superior

Por Azzolin Advogados|20 de março de 2024|Trabalhista
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Impor limite etário para vaga de emprego gera dever de indenizar, diz TRT-2

Impor limite etário para vaga de emprego gera dever de indenizar, diz TRT-2 A Lei 9.029, de 1995, proíbe práticas discriminatórias na seleção e nas relações de emprego, sejam as discriminações por idade ou outros fatores. Com base nesse entendimento, a 11ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região manteve a condenação

Por Azzolin Advogados|14 de março de 2024|Trabalhista
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TRT-2 adota perspectiva de gênero para julgar indenização por atraso de salário

TRT-2 adota perspectiva de gênero para julgar indenização por atraso de salário A 6ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região reformou sentença e determinou o pagamento de indenização por dano moral a mulher que deixou de receber o salário por cinco meses consecutivos. O juízo de primeiro grau deferiu a rescisão

Por Azzolin Advogados|11 de março de 2024|Trabalhista
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Empresa de laticínios deve pagar adicional de insalubridade por exposição ao frio

Empresa de laticínios deve pagar adicional de insalubridade por exposição ao frio O juiz Reginaldo Melhado, da 6ª Vara do Trabalho de Londrina, condenou uma empresa de laticínios a pagar adicional de insalubridade a um vendedor por exposição ao frio.   No caso concreto, o autor cumpria jornada exaustiva e visitava câmaras frias sem

Por Azzolin Advogados|5 de março de 2024|Trabalhista
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Pedido do benefício de prestação continuada não prescreve, mas parcelas, sim

Pedido do benefício de prestação continuada não prescreve, mas parcelas, sim O direito à concessão inicial ou à revisão do ato administrativo que indeferiu ou cancelou o benefício de prestação continuada da Lei Orgânica da Assistência Social (BPC-LOAS) não prescreve e, assim, pode ser exercido a qualquer tempo. A prescrição atinge apenas o direito

Empresa é condenada a indenizar empregada que não pôde usar celular na rescisão

Empresa é condenada a indenizar empregada que não pôde usar celular na rescisão A imposição de restrições ao uso do telefone celular não é vedada ao empregador, mas é preciso que haja uma boa justificativa, como necessidade de atenção à linha de produção, prejuízo ao desempenho no trabalho ou proteção de segredo industrial. Assim,

Por Azzolin Advogados|27 de fevereiro de 2024|Trabalhista
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Órfã de vítima de feminicídio tem direito a pensão especial

Órfã de vítima de feminicídio tem direito a pensão especial Em cumprimento à Lei 14.717/2023, a Justiça Federal em Pernambuco (JFPE) concedeu pensão especial a uma criança de Ipubi (PE). O benefício, dado aos filhos e dependentes — crianças ou adolescentes — órfãos em razão do crime de feminicídio, foi concedido em sentença do

TST permite a bancária fazer teletrabalho para cuidar de filho com doença grave

TST permite a bancária fazer teletrabalho para cuidar de filho com doença grave Por unanimidade, a 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve a decisão que atendeu ao pedido de uma escriturária do Banco do Brasil em Natal para trabalhar em regime de teletrabalho para cuidar do filho, que tem grave doença neurológica.

Por Azzolin Advogados|20 de fevereiro de 2024|Trabalhista
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